fikdik

das plantinhas de casa, parte II

Hoje volto com a catalogação da pequena floresta que tem aqui em casa.

Hera (Hedera helix) e Hera Variegata Aurea (Hedera helix ‘Adam’)

É muito comum ver a Hera e suas variedades sendo utilizada como revestimento de muros e paredes, mas ela também pode ser cultivada em vasos para ficar pendente ou para crescer na direção das correntes ou do hanger que a mantém suspensa. Atualmente tenho dois vasos em casa, ambos suspensos.

Essa Hera foi uma das últimas que comprei antes da chegada da Ygritte; ainda falta um prato no fundo (veio sem) e um cachepô de fio de malha maroto 😉

De fácil manutenção, costumo regá-las diariamente ou dia sim, dia não; depende da época do ano. Fica bem em meia-sombra, mas tolera sol pleno. Aqui em casa ambas não tomam sol por conta da localização delas e até o momento estão bem.

Hera variegata, que chegou primeiro mas que ainda mora de forma improvisada pendurada no puxador de um dos armários do ateliê.

Fitônia (Fittonia argyroneura)

Tenho fitônias em casa pelo menos desde 2014, e digo que é uma planta “dramática”. Se a negligencias, ela desmaia. Foi com ela que passei a ter mais cuidado com plantas, e foi uma das primeiras que não era cacto ou suculenta que adotei. Nessa época minha fonte de plantas e mudas era a Rua das Flores, na Tijuca. Como ficava no caminho de casa quase sempre retornava para casa com alguma plantinha.

Minha primeira fitônia (também conhecida como planta-mosaico) era uma lindeza, ela ficou bem alta (cerca de 10 cm), mas não sobreviveu a um acidente. Na época morava num apartamento térreo e meu quarto tinha uma janela com parapeito e bastante espaço.

A janela do quarto de 2014-2015 e o primeiro boom de plantinhas em casa.

Inicialmente meu hábito era de colocar e retirar os vasos da janela diariamente, mas com o tempo (e alguns dias mais cansados) passei a deixar algumas do lado de fora. Um dia passou uma tempestade com muito vento pela Tijuca, e minha fitônia foi o vaso que caiu e se espatifou no meio da madrugada. Como não havia iluminação eu não conseguia ver nada – mesmo com a pouca altura da janela para o chão, não me animei a buscá-la imediatamente.

No dia seguinte tive uma noção do estrago, consegui salvar uma muda, que ainda ficou um tempo comigo, mas não vingou.

era um barato ver as mudinhas surgindo, uma pena que não vingou :/

essa fitônia é a que mora em casa atualmente. na época que a transplantei usei um sedimento mais argiloso/avermelhado, e notei que talvez por isso ela tenha ficado mais rasteira, mas logo quando tiver que trocar de vaso, vou usar outro sedimento.

Antúrio (Anthurium Andraeanum)

Também de fácil manutenção, é uma ótima opção para ambientes internos, pois não tolera sol direto e costumo regar de uma a duas vezes por semana, sempre dependendo da época do ano.

Antúrio vermelho, que me disseram que era rosa (a primeira ‘flor’ veio rosa mesmo).

Abacaxi-roxo (Tradescantia spathacea)

Também conhecida por Espada-de-Iansã, foi uma das primeiras que veio para casa aqui em Curitiba, e a conheci ao passear por uma floricultura no Ahú. Costumo regá-la duas vezes por semana e ela não recebe luz direta.

abacaxi-roxo ou espada-de-iansã

Asplênio (Asplenuim nidus)

Essa planta veio aqui para casa por acaso, num dia em que não pude ir numa feira com meus amigos mas havia feito uma encomenda, que comprassem um suporte de ferro. Nessa feira havia um estande da Borealis – Plantas em Casa; e Simone me mandou foto do suporte para confirmar se era aquele mesmo. Na mesma foto apareceu o vaso que estava no topo do suporte com uma folhagem muito linda e eu ia me sentir muito mal de separar aquela combinação tão bonita (aqui tudo vira desculpa para trazer mais plantas para casa, haha!).

A Patricia Belz, dona da Borealis (& uma querida) me passou dicas para cuidar do asplênio, também conhecido como ninho de passarinho. Não tolera sol direto e não pode deixar a folha murchar muito por falta de água, pois a haste da folha pode quebrar como as samambaias e aí é necessário cortar a folha por inteiro. O ideal é regá-la pelo menos três vezes por semana.

o asplênio lindeza que veio acompanhando o suporte de ferro e aí mora desde então 🙂

Dracena-malaia (Dracena reflexa)

Apesar de conseguirem se desenvolver sob sol pleno, as dracenas preferem meia-sombra ou luz difusa, devendo ser regadas regularmente. Costumo regar dia sim, dia não.

a dracena teve que mudar de ambiente porque minha filhota de quatro patas encarnou de querer pular em cima dela, e por enquanto mora no ateliê.

Ainda faltam algumas plantas que comprei faz muitos meses e não guardei os nomes, mas num próximo post dessa “série” elas entram, aguarde&confie 😉

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2 thoughts on “das plantinhas de casa, parte II

  1. Gabi Chueh says:

    Oi!! Amei seu post! Preciso de ajuda! Minha Sarumana esta morrendo (esturricada) e nao sei o que fazer! Vou usar a dica do balde, mas tem alguma outra coisa que vc recomenda? Tenho zero experiencia mas quero cuidar dela, nao quero que morra! Qualquer ajuda é muito bem vinda 🙂 mil obrigadas

    • Oi Gabi! Então, a nepeta é bem delicada mesmo, costumo regar as minhas dia sim, dia não. A dica do balde é bom para dar uma “levantada”, porque a água chega melhor nas raízes desse jeito. Se regando ela está secando, é melhor regar pela técnica da bacia mesmo. Dá um pouco de trabalho mas funciona. Boa sorte!

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